Um paraíso chamado Cabo de Santo Agostinho
Já imaginou um lugar com um pôr-do-sol belo, tendo como coadjuvante um mar calmo? Esse paraíso não é longe, está apenas há 250 km da capital alagoana. A Vila de Suape – localizada no município de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco – tem nome de origem caeté, que significa “caminho tortuoso”. Com cerca de três mil habitantes, a vila teve origem no Século 16 e conta com admiráveis cenários de ilhas, mangues, mar tranqüilo, sol forte, rio, gente receptiva e um grande panorama da memória colonial brasileira.
Apesar de pequena em extensão, a vila não deixa a desejar quando os assuntos são história e natureza. O Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti e o Engenho são exemplos de contexto histórico na vila. No parque, por exemplo, estão as ruínas militares do início do período colonial, onde ocorreram batalhas entre holandeses e portugueses no Século 18.
Já o engenho foi construído no Século 19 e era a moradia de Joaquim Nabuco, importante nome nas lutas abolicionistas. Atualmente, o local abriga um centro cultural administrado pela Fundação Joaquim Nabuco. Mas a cidade pernambucana, além de história, possui várias reservas ecológicas e belas praias, conhecidas em todo o País, como Gaibu, Calhetas e Paraíso. Também merecem destaque as muitas opções para relaxar e praticar esportes aquáticos, como o surf.
O artesanato também é uma referência, sendo bastante diversificado, baseado na produção de cerâmicas. Entre as festas típicas do município consta a Festa da Lavadeira, que acontece todos os anos, no dia 1º de maio, na praia do Paiva.
O evento, que começou de forma simples, como uma reunião de pescadores, hoje reúne milhares de pessoas na praia do Paiva. Nas festas juninas é realizada uma atração extra: o Trem do Forró – o percurso, originalmente, era do Recife até Caruaru, mas, recentemente, se estende até o Cabo.
Outra festa é a ouriçada, comemorada em 13 de dezembro, correspondente ao dia de Santa Luzia, onde barcos e jangadas levam visitantes e moradores até a ilha de Cocaia, no rio Massangana. A festa dura o dia todo, e os ouriços – retirados das pedras – são preparados na fogueira com palhas de coqueiro. À noite, o Grupo Cultural do Cabo de Santo Agostinho reúne crianças e adolescentes para manifestações culturais pernambucanas, como o conhecido frevo.






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COISA QUE MIM ORGULHO POR DEMAIS,SÃO AS RIQUESAS NATURAIS DA MINHA TERRA.É DE BABA SÓ DE VER A FOTO, IMAGINA QUEM NÃO CONHECE VIR VER DE PERTINHO ISSO;COM CERTEZA VAI CONFUNDIR COM O EDÉM .PENSE NO PARAISO!!!!!