Turismo

sábado, 24 de maio de 2008

Um paraíso chamado Cabo de Santo Agostinho


cabo-santo-agostinho Já imaginou um lugar com um pôr-do-sol belo, tendo como coadjuvante um mar calmo? Esse paraíso não é longe, está apenas há 250 km da capital alagoana. A Vila de Suape – localizada no município de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco – tem nome de origem caeté, que significa “caminho tortuoso”. Com cerca de três mil habitantes, a vila teve origem no Século 16 e conta com admiráveis cenários de ilhas, mangues, mar tranqüilo, sol forte, rio, gente receptiva e um grande panorama da memória colonial brasileira.

Apesar de pequena em extensão, a vila não deixa a desejar quando os assuntos são história e natureza. O Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti e o Engenho são exemplos de contexto histórico na vila. No parque, por exemplo, estão as ruínas militares do início do período colonial, onde ocorreram batalhas entre holandeses e portugueses no Século 18.

Já o engenho foi construído no Século 19 e era a moradia de Joaquim Nabuco, importante nome nas lutas abolicionistas. Atualmente, o local abriga um centro cultural administrado pela Fundação Joaquim Nabuco. Mas a cidade pernambucana, além de história, possui várias reservas ecológicas e belas praias, conhecidas em todo o País, como Gaibu, Calhetas e Paraíso. Também merecem destaque as muitas opções para relaxar e praticar esportes aquáticos, como o surf.

O artesanato também é uma referência, sendo bastante diversificado, baseado na produção de cerâmicas. Entre as festas típicas do município consta a Festa da Lavadeira, que acontece todos os anos, no dia 1º de maio, na praia do Paiva.

O evento, que começou de forma simples, como uma reunião de pescadores, hoje reúne milhares de pessoas na praia do Paiva. Nas festas juninas é realizada uma atração extra: o Trem do Forró – o percurso, originalmente, era do Recife até Caruaru, mas, recentemente, se estende até o Cabo.

Outra festa é a ouriçada, comemorada em 13 de dezembro, correspondente ao dia de Santa Luzia, onde barcos e jangadas levam visitantes e moradores até a ilha de Cocaia, no rio Massangana. A festa dura o dia todo, e os ouriços – retirados das pedras – são preparados na fogueira com palhas de coqueiro. À noite, o Grupo Cultural do Cabo de Santo Agostinho reúne crianças e adolescentes para manifestações culturais pernambucanas, como o conhecido frevo.

Pollyana dos Anjos
Especial para O JORNAL (Maceió)

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Nenhum Comentário para “Um paraíso chamado Cabo de Santo Agostinho”

  1. LIVIA VALERIA DA LUZ em

    COISA QUE MIM ORGULHO POR DEMAIS,SÃO AS RIQUESAS NATURAIS DA MINHA TERRA.É DE BABA SÓ DE VER A FOTO, IMAGINA QUEM NÃO CONHECE VIR VER DE PERTINHO ISSO;COM CERTEZA VAI CONFUNDIR COM O EDÉM .PENSE NO PARAISO!!!!!